A coordenadora-geral do Sinasefe Santa Maria, Cláudia do Amaral, participou na terça, 30 de junho, da abertura do VI Seminário da Rede Gaúcha de Estudos sobre Educação Profissional e Tecnológica e do II Colóquio de Pesquisas em EPT, no Auditório Wilson Aita, na UFSM.
Em sua manifestação às e aos participantes, Cláudia destacou que o apoio do Sinasefe ao evento expressava o compromisso histórico da entidade com a valorização da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica, bem como em relação à defesa das instituições públicas de ensino e com todas as iniciativas que promovam o debate crítico e qualificado sobre os desafios e os caminhos da educação brasileira, particularmente a educação básica, técnica e tecnológica.
Segundo a coordenadora-geral, realizar um seminário dedicado à Educação Profissional e Tecnológica é, antes de tudo reconhecer o papel estratégico que a Educação Profissional e Tecnológica (EPT) desempenha na formação humana integral, na produção do conhecimento, no desenvolvimento científico e tecnológico e na promoção de uma sociedade mais justa e democrática.
Durante a saudação inicial, Cláudia também fez questão de registrar “preocupação diante da recente desativação da Coordenadoria de Ensino Básico, Técnico e Tecnológico” (CEBTT) pela reitoria da UFSM. Segundo ela, tal medida “representa um enfraquecimento de um espaço historicamente responsável por articular debates, formular proposições e dar visibilidade às especificidades e aos desafios enfrentados pelas instituições e pelos profissionais que atuam na Educação Básica, Técnica e Tecnológica, particularmente às escolas vinculadas que se encontram à margem da discussão”.

Em um contexto marcado por constantes desafios para a educação pública, frisa a dirigente do Sinasefe SM, torna-se ainda mais necessário “fortalecer instâncias de representação, participação e formulação política e não reduzi-las”. E acrescentou que “a diversidade e a complexidade da Rede Federal e das instituições que ofertam Educação Profissional e Tecnológica exigem espaços permanentes de diálogo, escuta e construção coletiva, de onde o sindicato faz-se de grande relevância”.
A coordenadora da seção sindical também fez uma saudação especial a Mariglei Severo Maraschin, uma das idealizadoras do evento, e que integra a diretoria do Sinasefe SM, sendo também líder do Grupo de Trabalho (GT) de Políticas Educacionais.
Texto: Fritz Rivail
Foto: Arquivo pessoal
